Mas se você ao menos soubesse... Que aqui dentro tem alguém lutando por aprender a arte da confissão. E se ao menos eu soubesse expressar todo esse sentimento que me motiva a “estar só” enquanto sonho em simplesmente “estar junto”. Porque é quando existe “nós” que meus devaneios se vão e conscientemente aceito sonhar. É aquela sua risada sincera que me faz lembrar o porquê sou tão feliz. É o seu modo de pensar; são as suas certezas. É o seu jeito carinhoso único, que provocam as minhas gargalhadas mais espontâneas. Talvez eu não demonstre e você não saiba que é por ter você que todo o resto é tão completo.
E eu já não sei mais separar as coisas, porque já não me lembro como era “eu” sem você. Em cada contexto a qual me refiro é um “eu” ao qual eu me tornei desde que nos tornamos “nós” falando. E aqui dentro isso tudo é tão intenso, tão constante e tão explícito que externar isso seria redundante. Quem sabe é por este motivo que “eu te escondo” e deixo apenas subjetivo a sua existência.
Eu só queria que soubesses que esse meu calar de fato consente com esse meu desejo que cresce; de te ter, e de a gente ser...

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